Páginas

quarta-feira, 14 de março de 2018

Interdição na BR-010 chega ao segundo dia em Ipixuna do Pará

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal, são cerca de 500 manifestantes do MST contrários ao mandado de reintegração de posse da fazenda Campo Boi.

Por G1 PA, Belém


Chega ao segundo dia nesta quarta-feira (14) a interdição de um trecho da BR-010 em Ipixuna do 
Pará, no sudeste do estado. A interdição faz parte de um protesto do Movimento dos 
Trabalhadores Sem Terra (MST).
De acordo com a Polícia Rodoviária Federal, são cerca de 500 manifestantes contrários ao 
mandado de reintegração de posse da fazenda Campo Boi. A Polícia Militar informou que a 
operação de reintegração de posse começou nesta quarta-feira (14) e deve durar entre 2 e 3 dias.
A pedido da PRF, os manifestantes só liberam a passagem dos carros de meia em meia hora. 
Mas, a medida não está sendo suficiente e gera um congestionamento na rodovia que alcança 
mais de 10 quilômetros nos dois sentidos.
A PRF disse ainda que a Justiça Federal já expediu uma ordem de desobstrução da pista, 
mas ainda não foi cumprida.

sábado, 13 de janeiro de 2018

1ª REUNIÃO ASIAN 2018 - TREINAMENTO BRIGADA DE INCÊNDIO

Treinamento teórico e prático de Brigada de Incêndio Anual realizada em 13/01/2018, no prédio da Asian Company em Cumbica - Guarulhos/SP

Ministrado pelo ex-Bombeiro Sr. Rocha, e com participações das pessoas das áreas operacional, comercial e administrativa.



Na sequência foi dada continuidade à 1ª Reunião Geral de 2018, onde foram abordados assuntos para a evolução da empresa, tais como MIssão, Visão e Valores da Empresa, Declaração de Ética e Anticorrupção, 10 S, CHA e 5R.





Devido ao bom trabalho desenvolvido em 2017, a nossa empresa foi reconhecida como um dos melhores fornecedores de serviço de transporte pelo nosso cliente Diversey, sendo agraciados com a Placa de Certificado de Qualidade e Eficiênca.










quinta-feira, 24 de agosto de 2017

Pará - Barco com 70 pessoas a bordo naufraga no Rio Xingu, no Pará

Sete pessoas morreram e vinte e cinco foram resgatadas com vida. As buscas feitas na cidade de Porto de Moz continuam.

Fabiano VillrlaBelém, PA







Uma embarcação com setenta pessoas a bordo naufragou no Rio Xingu, no sudoeste do Pará, entre a noite de terça (22) e a madrugada desta quarta (23)
Equipes do corpo de bombeiros de Altamira e de Belém estão na região do naufrágio fazendo buscas, mas ainda não há informações sobre quantas pessoas estão desaparecidas. Os bombeiros informaram que, ao todo, cerca de setenta pessoas estariam no barco que afundou. Vinte e cinco foram resgatadas e sete morreram: são cinco adultos, um adolescente de 15 anos e um bebê de um ano de idade.
O navio, chamado Comandante Ribeiro, saiu de Santarém na terça (22) à noite, em direção à Vitória do Xingu, no oeste do Pará. Mas no início da madrugada, o barco afundou quando passava entre os municípios de Porto de Moz e Senador José Porfírio, no Rio Xingu.
A comunicação naquela área é muito difícil porque o acidente foi numa região muito isolada.
Saindo de Belém são doze horas de carro e mais duas horas de barco até Porto de Moz, que é a cidade mais próxima da área do naufrágio. Segundo informações dos bombeiros, chovia muito na hora em que o navio afundou.

Um video gravado em Porto de Moz, mostra a chegada de sobreviventes (veja imagens no vídeo da reportagem acima). Muita gente foi até lá à procura de notícias e muitas pessoas estavam aflitas, à espera de informações. O mesmo aconteceu no Porto de Vitória do Xingu, onde seria o destino final da viagem.
Equipes da Policia Civil e do Instituto Médico Legal estão a caminho de Porto de Moz, onde vão montar uma base de atendimento. A marinha mandou uma lancha e um navio patrulha para ajudar nas buscas. A capitania dos portos abriu um inquérito para investigar o naufrágio.

quinta-feira, 20 de julho de 2017

Impostos - Governo decide aumentar imposto para conter rombo no Orçamento

Thu, 20 de July de 2017
Fonte: Folha de S. Paulo


O governo decidiu nesta quarta-feira (19) aumentar tributos que incidem sobre os combustíveis, com o objetivo de cobrir um buraco nas receitas públicas e evitar uma revisão na meta de deficit de R$ 139 bilhões neste ano.
 
Segundo integrantes do governo, o presidente Michel Temer preferiu cumprir a meta fiscal e deu sinal verde para a equipe econômica definir a medida. O não cumprimento da meta seria, na avaliação do governo, sinal de fraqueza em meio à crise política.
 
Até a conclusão desta edição, já estava certo o aumento de dois tributos cobrados sobre a gasolina e o diesel, PIS e Cofins. As novas alíquotas entram em vigor nesta quinta (20), após publicação de decreto numa edição extra do Diário Oficial da União.
 
A Cide, outro tributo que incide sobre os combustíveis, também pode ser elevada. Mas a equipe econômica ainda avalia se a medida será tomada. Isso porque a nova alíquota levaria três meses para entrar em vigor e a receita decorrente do aumento da contribuição teria de ser repartida com Estados e municípios.
 
Essa medida teve de ser tomada porque Temer não conseguiu garantir no Congresso a aprovação de medidas que poderiam trazer receitas para cobrir o buraco crescente no Orçamento, como o Refis, programa para renegociar dívidas com o fisco, e a reoneração da folha das empresas.
 
Em busca de apoio para barrar na Câmara dos Deputados a denúncia criminal apresentada contra ele, Temer cedeu e ficou sem alternativas para fechar as contas.
 
Hoje, a frustração acumulada de receitas é de cerca de R$ 18 bilhões, e o governo só conseguiu levantar R$ 12 bilhões com precatórios. O revés tem dois motivos. Um deles é a retomada ainda lenta da arrecadação de impostos.
 
Outra explicação é o atraso no programa de privatizações de empresas estatais como o IRB (Instituto de Resseguros do Brasi). Nesta semana, o TCU (Tribunal de Contas da União) chegou a recomendar que cerca de R$ 7 bilhões esperados com essas vendas deixassem de ser contabilizados no Orçamento.
 
COMBUSTÍVEIS
 
Desde que assumiu o cargo, Temer sempre se disse contrário a aumentos de impostos. No entanto, a alternativa nunca foi descartada.
 
O aumento dos tributos sobre combustíveis foi a melhor opção encontrada porque o preço da gasolina vem caindo nos postos do país.
 
Entre junho de 2016 e junho deste ano, o preço médio do litro da gasolina caiu de R$ 3,64 para R$ 3,54 no país. Já o etanol hidratado (vendido na bomba) aumentou, de R$ 2,46 o litro para R$ 2,48.
 
Diante desse cenário, o Palácio do Planalto já elaborou um discurso para justificar o reajuste do combustível.
 
Aumentar o preço da gasolina na bomba neste momento, segundo assessores de Temer, ajudaria a elevar a competitividade do etanol.
 
O efeito adverso disso, um impacto de alta na inflação não seria preocupante porque os índices estão em queda livre -nos últimos 12 meses encerrados em junho, a inflação oficial foi de 3%.
 
O anúncio da decisão deve ser feito nesta quinta, antes do prazo previsto para a revisão orçamentária do bimestre. No início da semana, o governo acreditava que fosse possível descongelar cerca de R$ 4 bilhões em despesas. Agora, não está decidido se haverá descontigenciamento.
 
A equipe econômica também discute a possibilidade de buscar receita extra com loterias. Hoje, quando um apostador compra um bilhete, parte do que paga compõe o montante que será distribuído em prêmio. Essa parcela deverá ser reduzida para gerar receita para a União.

Novas regras para transporte de produtos perigosos entram em vigor em julho

Nova resolução da ANTT atualizou exigências e relação de produtos classificados como perigosos

Foto: Divulgação/ANTT

Em julho começam a valer as novas regras para o transporte de produtos perigosos. As normas estão previstas na resolução 5.232/2016 da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres).

Segundo o coordenador substituto de Fiscalização Especial da agência, Andrei Rodrigues, entre as mudanças que se destacam em relação à resolução anterior (420/2004) estão a inclusão de elementos considerados perigosos. “A indústria química criou novos produtos que não constam na resolução mais antiga”, explica Andrei. Ele destaca que o novo texto está de acordo com o Orange Book, que trata das principais recomendações da ONU (Organização das Nações Unidas) para esse tipo de transporte. Andrei ressalta, também, novas exigências sobre embalagens e alterações em nomenclaturas.

É considerado produto perigoso todo aquele que representa risco à saúde das pessoas, ao meio ambiente ou à segurança pública, seja ele encontrado na natureza ou produzido por qualquer processo. Por isso o deslocamento desse tipo de carga deve atender a regras específicas, fixadas pela ANTT, que se referem a adequação, marcação e rotulagem de embalagens, sinalização das unidades de transporte e documentação.


Principais cuidados


Ao realizar esse tipo de transporte, os condutores devem estar atentos a alguns aspectos, como: condições de pneus, freios e iluminação; existência de vazamento; como a carga está posicionada; e se não está transportando produtos perigosos juntamente com outros para consumo humano ou animal, ou que sejam incompatíveis, com risco de gerar reação química.

Os veículos também precisam estar adequadamente sinalizados. “Em caso de acidente, cada tipo de produto exige um cuidado diferenciado. A sinalização adequada ajuda na remoção imediata de alguma vítima”, esclarece Andrei.

Além da resolução 5.232/2016 (que substitui a 420/2004), o transporte de produtos perigosos também está regulamentado pela 3.665/2011, também da ANTT. O descumprimento das exigências acarreta multas, que variam de R$ 400 a R$ 1.000, mas que podem ser cumulativas, de acordo com a infração identificada.

Capacitação


Motoristas que conduzem caminhões utilizados no transporte de cargas perigosas necessitam de uma capacitação específica. O SEST SENAT é uma instituição autorizada para a formação desses transportadores. São oferecidos os cursos Especializado para Condutores de Veículos de Transportes Perigosos, com carga horária de 50 horas, e Atualização para Condutores de Veículos de Transportes Perigosos, de 16 horas. 


Natália Pianegonda
Agência CNT de Notícias

sexta-feira, 7 de abril de 2017

07/04/2017 - ALAGAMENTO TRAVA TRANSITO EM SP

Trânsito na Marginal Tietê, em São Paulo

Chuva provoca alagamentos e trava trânsito em São Paulo


Trânsito na Marginal Tietê, em São Paulo
A forte chuva que atingiu a cidade de São Paulo provocou vários pontos de alagamento e foi o suficiente para travar o trânsito na capital na manhã desta sexta-feira (7). Apesar disso, o rodízio de veículos não foi suspenso e os motoristas multados devem recorrer.

Os problemas foram ocasionados pelo transbordamento na região dos córregos Oratório, Mandaqui, Ipiranga, Aricanduva e Perus, além dos rios Verde, Ribeirão Verde e do Tietê, entre a noite de quinta (7) e esta madrugada. Com isso, os bairros do Ipiranga, Itaquera, Vila Prudente, Aricanduva, Casa Verde, Perus e Pirituba entraram em alerta.

O transbordamento do rio Tietê também provocou vários pontos de alagamento na marginal. Por volta das 5h30, os trechos da via próximos da ponte da Fepasa, no sentido rodovia Ayrton Senna, e da ponte das Bandeiras, sentido Castello Branco, estavam totalmente bloqueados. Os problemas também refletem nas rodovias Anhanguera e dos Bandeirantes, que tem trânsito lento nesta manhã.

De acordo com a CET (Companhia de Engenharia de Tráfego), às 8h a capital paulista registrava 133 km de lentidão. Normalmente, a média para esse horário fica entre 42 km a 74 km.

A companhia pediu para as concessionárias informarem para os motoristas, nos painéis móveis, evitarem as marginais.

A jornalista Daniela Braga, que mora no Tatuapé, zona leste de São Paulo, reclamava por volta das 6h30 que estava a pelo menos 25 minutos parada no trânsito na ponte Aricanduva próximo ao acesso à marginal Tietê.

"Todas as faixas da marginal no sentido Castello estão paradas. No sentido contrário o trânsito é pesado, mas os carros ainda andam", disse Daniela. A CET informou que o tráfego mais intenso estava nesta região por volta das 8h, com 13 km de lentidão.

Após uma hora de espera, Daniela conseguiu sair da ponte Aricanduva, mas não do bairro onde mora. Ela decidiu retornar para casa, guardar o carro na garagem e ir trabalhar de transporte público." Vou de metrô, que é muito mais rápido", disse.

Na linha vermelha do metrô, a fila era grande. "Fiquei bastante tempo na fila até a catraca e depois tive que esperar três ou quatro trens passarem para conseguir entrar", afirmou.

Os motoristas também devem evitar nesta manhã a avenida Ermano Marchetti, no sentido Barra Funda, devido a um alagamento intransitável na via próximo da rua do Cuturme. Também há registro de bloqueio nos dois sentidos da avenida Marquês de São Vicente, próximo da praça Luiz Carlos Mesquita, na região da Barra Funda.

Por volta das 3h, outro ponto crítico de alagamento foi na avenida Aricanduva, na região do Ipiranga, zona sul de São Paulo. Os bombeiros resgataram duas pessoas ilhadas em cima de um caminhão-baú e alguns carros que tentaram cruzar o alagamento ficaram parados pelo caminho.

Na região, nem mesmo as comportas contra enchentes foram capazes de barrar a entrada de água e lama em alguns comércios na avenida Aricanduva.

O CGE (Centro de Gerenciamento de Emergência), da prefeitura, chegou a registrar 15 quatro pontos de alagamento intransitáveis na cidade, por volta das 2h30 desta sexta (7). Os bombeiros acumulavam 32 chamadas para inundações em toda a cidade e na região do ABC. Eles trabalharam durante toda a madrugada no resgate de pessoas ilhadas.

Houve registro de alagamento também na linha 10-turquesa da CPTM, entre as estações São Caetano e Rio Grande da Serra. Por conta disso, a circulação foi interrompida nesta quinta e o sistema Paese acionado para auxiliar com ônibus o transporte no trecho afetado antes do encerramento das operações da linha. Nesta manhã, a circulação de trens está normal, de acordo com a CPTM.

A chuva que atingiu a maior parte da região metropolitana é resultado de uma frente fria, que trouxe áreas de instabilidade para a região.

De acordo com o CGE, a frente fria deve se afasta do litoral paulista nos próximos dias, mas os ventos úmidos ainda devem deixar o tempo instável. Espera-se muita nebulosidade, chuvas e declínio das temperaturas.

RODÍZIO MANTIDO

A CET informou que o rodízio de veículos na capital não foi suspenso nesta sexta apesar dos problemas de marginais e ruas bloqueadas devido a alagamentos.

Segundo a companhia, não tem sentido cancelar o rodízio injetando mais carros no sistema quando o problema está nas marginais.


Os motoristas que estiverem parados nos congestionamentos e forem punidos devem recorrer da multa de trânsito. 

04/04/2017 - BR-316 INTERDITADA - BELEM DO PARA

Moradores de Marituba voltam a interditar a BR-316 em protesto contra aterro sanitário
Comunidade reclama dos transtornos provocados pelas atividades do aterro sanitário no município. Manifestantes bloqueiam pista na manhã desta terça, 4.
Por G1 PA, Belém
04/04/2017 09h28  Atualizado 04/04/2017 12h12

Cerca de 200 moradores de Marituba bloqueiam trecho da rodovia BR-316, em Ananindeua, em protesto contra permanência de aterro sanitário naquele município. (Foto: Divulgação/Polícia Rodoviária Federal)

  

 
  
 Os moradores do município de Marituba, na região metropolitana de Belém, interditam o quilômetro 9 da rodovia BR-316, em Ananindeua, próximo à entrada da Alça Viária, na manhã desta terça-feira (4). Eles voltam a protestar contra os transtornos que as atividades do aterro sanitário trazem para a comunidade que vive no entorno.
Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), cerca de 200 pessoas bloqueiam a pista no sentido Ananindeua/Marituba e um congestionamento de veículos já se forma no entorno.
A principal reclamação dos manifestantes é com relação aos problemas de saúde que o aterro sanitário tem causado para a população. Eles afirmam que o governo havia prometido atendimento médico e o cumprimento de 20 medidas ambientais para solucionar a questão, mas os problemas não foram resolvidos.
 Leia, na íntegra, a nota da empresa operadora do aterro sanitário de Marituba.

"A Guamá Tratamento de Resíduos esclarece que, embora as chuvas recordes dos últimos meses tenham impactado, temporariamente, a operação do empreendimento, é absolutamente leviano e calunioso imputar à empresa danos ambientais ou à saúde de moradores da região. A empresa está em intenso ritmo de obras de melhoria operacional e, durante a execução das atividades, é necessária a movimentação de resíduos que pode causar picos temporários de geração de odor. Reitera-se que essa etapa é imprescindível para conclusão das obras e regularização da operação.
A companhia também repudia veementemente o fechamento, ainda que temporário, do acesso ao aterro sanitário de Marituba, medida que prejudica os interesses da população ao impactar no ritmo de obras necessárias e definidas em conjunto com prefeituras, secretarias, vereadores e a comunidade. A empresa também alerta que não atua na coleta e limpeza urbana e ao ter seu acesso fechado fica impedida de receber os caminhões coletores das empresa contratadas pelas prefeituras, prejudicando toda a população da região, que deixa de ter seu lixo recolhido."

Situação de emergência


Governador Simão Jatene, secretário de Meio Ambiente e prefeitos dos municípios de Belém, Ananindeua e Marituba fizeram vistoria para verificar as condições do aterro sanitário de Marituba. (Foto: Divulgação/Ascom Casa Militar)
No último dia 31 de março, o Ministério da Integração Nacional reconheceu a situação de emergência em Marituba. A medida, publicada no Diário Oficial da União (DOU), alerta para os impactos do aterro sanitário na cidade, que recebe todo o lixo produzido na Grande Belém. A região apresentou contaminação da água, solo e vegetação, devido à falta de manejo dos resíduos do aterro. Moradores do município já fizeram diversas manifestações exigindo o fechamento do local.
Uma nota divulgada pelo Ministério informa que a decisão foi tomada pela Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sedec) e permitirá que a Prefeitura tenha acesso a ações emergenciais de socorro e assistência à população, além do restabelecimento de serviços essenciais. Ainda segundo a nota, equipes da prefeitura de Marituba já estão sendo orientadas para a apresentação de um relatório sobre os danos causados pelo aterro na região.